segunda-feira, 19 de julho de 2010

a poeira predomina as novidades e vivemos numa parede invisivel presos ao som do mundo!

E o corpo dos dias transcende, tristes na excência, felizes nas faces, maquiadas pela alegria efêmera e uma plenitude se descortina e uma infinidade de não-respostas, castiga a alma afadigada e se despede o universo de encanto, desmoronado pela realidade, a vivência sobrepõe a metafísica e tudo abstêm-se de sentido, empoeiram-se as novidades, o cotidiano tosco está na cinza do quadro emoldurado por uma tristeza que excita preso na parede invisível que me segura à vida, o preto e o branco desistir descolore os pensamentos, afugenta o espírito e castiga a carne ... exprime-se a contradição do que é viver: Vejo tudo tão claro por fora na vida alheia e sei tão pouco do que habita dentro de mim ...                       (por: Jefferson - Jéziiiiiiiiiiiinho

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